A devoção é grande. Muitos hindus
viajam centenas de quilômetros para tocar o rabo de Chandre e, com isto, obter
bênçãos em um templo improvisado.
Quando não está ocupado com os
devotos, Chandre trabalha colhendo folhas para chá em uma propriedade da região
na oeste da Índia.
"Eu sou um Hanuman. As
pessoas têm muito respeito por mim por causa da minha cauda. Eu não me importo
com o rabo. Ele é um presente de Deus", disse o indiano, acrescentando ter
sofrido bullying, quando era criança, por causa do defeito congêntio.
Monika Lakda viajou de madrugada
para ver Chandre. Segundo ela, um sobrinho que estava muito doente foi curado
graças ao "deus encarnado".
"Demos remédios a ele, mas
não funcionou. Então viemos até Chandre em busca da sua bênção. O bebê se
recuperou logo depois disso", contou.





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