De acordo com o o delegado de Paiçandu, Gustavo de Pinho Alves, os três jovens moravam no mesmo bairro que o garoto. Eles disseram à polícia que se irritaram com o menino, que tinha problemas mentais e ocasionalmente os provocava. O três confessaram ter usado drogas antes de matarem a criança.
O menino foi levado para o riacho pelos rapazes, onde foi estrangulado e depois afogado, afirma a polícia. "Eram todos amigos de bairro. Tomavam tereré juntos. Mas, segundo os jovens, o menino os atormentava, mexia, invadia as casas. Hoje, depois de terem usado droga, um deles deu a ideia de matá-lo", conta Alves. A polícia não soube informar que droga foi consumida.
"Eu não consigo falar nada. Não tenho força. A única coisa que tenho pra dizer é: cuide dos seus filhos. Cuidem muito bem deles. A gente nunca sabe quem está do lado, o que eles estão fazendo. A gente não pode fazer mais nada. Agora, temos que divulgar para evitar que outros crimes parecidos aconteçam", afirmou o padrasto do garoto, Paulo de Oliveira Cândido, enquanto tentava conter o choro.
Quando encontrado, o corpo da vítima estava coberto por pedras e lajotas, em um ponto raso no riacho, segundo o Corpo de Bombeiros. Para o delegado, os criminosos usaram os pedaços de rocha para que o corpo não boiasse.
Até as 20h30 desta quinta-feira, os bombeiros ainda aguardavam a perícia para retirar o corpo da água. Os três suspeitos permaneciam detidos na Delegacia Paiçandu, onde devem prestar mais depoimentos ainda durante esta noite.
Via: G1 Paraná
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