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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Paraná inicia coleta de amostras para Banco de DNA de criminosos

À frente de outros estados brasileiros, o Paraná começou nesta semana a coleta de material genético dos presos condenados por crimes hediondos ou dolosos. Os crimes, como estupro e homicídio doloso, estão dispostos na lei federal 12.654/2012. O secretário da Segurança Pública, Leon Grupenmacher, afirma que a ferramenta é um importante avanço para o trabalho de investigação. Esta é a efetivação do Banco de Dados de Perfis Genéticos de presos condenados no Estado. Todos os condenados por crimes hediondos e crimes dolosos violentos contra a pessoa poderão ser identificados com material genético para compor o sistema. A coleta vai ser feita por uma equipe composta por profissionais das polícias Científica e Civil do Paraná. O trabalho começou nesta segunda-feira na região dos Campos Gerais. O diretor do Instituto de Criminalística do Paraná, Hemerson Bertassoni Alves, explica que o método é indolor e não invasivo, com coleta de células da mucosa bucal para obtenção do perfil genético.  Um dos coordenadores da comissão de implantação do Banco de Dados de Perfis Genéticos, delegado Rafael Vianna,  ressalta o pioneirismo da iniciativa no Paraná e o grande avanço para a investigação policial. A lei federal relativa ao banco nacional de amostras foi discutida no Estado desde a criação. O assunto foi amplamente debatido entre a Secretaria da Segurança Pública, representantes das secretarias de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos e da Saúde, Procuradoria-Geral do Estado, Ministério Público do Paraná, Ordem dos Advogados do Brasil e Defensoria Pública, além de Polícia Civil e Polícia Científica.
Via: Agência Estadual de Notícias do Paraná

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