O Governo do Estado vai colocar à disposição da Polícia Federal 50 tornozeleiras para o monitoramento eletrônico de presos em regime de custódia. O termo de cooperação técnica entre o governo, a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, a Justiça Federal e a Polícia Federal foi assinado nesta sexta-feira no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Os equipamentos fazem parte de um lote de 5 mil tornozeleiras eletrônicas que a Secretaria da Justiça do Paraná adquiriu neste mês para o monitoramento de presos paranaenses nos regimes aberto e semi-aberto. A Secretaria estadual da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos abriu uma licitação para a aquisição de tornozeleiras eletrônicas para os condenados nos regimes aberto e semi-aberto. Nas próximas semanas, o sistema começa a ser executado no departamento penitenciário estadual. As tornozeleiras vão ser utilizadas, preferencialmente, em mulheres grávidas ou que tenham filhos, idosos, pessoas com deficiência, presos do regime semiaberto e provisórios, todos envolvidos em crimes não violentos. O custo de um preso no sistema administrado pelo Departamento de Execução Penal do Paraná está em torno de R$ 2 mil reais por mês. Pelo sistema contratado, que vai ter monitoramento conjunto do Depen/SEJU e da empresa contratada, o custo mensal de cada preso é de R$ 241 reais.






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