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terça-feira, 31 de março de 2015

Giro da Notícia para o dia 31 de Março de 2015

Preço dos remédios sobe de 5% a 7,7% a partir desta terça-feira (31)
O governo federal autorizou reajustes de 7,7%, 6,35% e 5% nos preços de medicamentos, dependendo da categoria do produto, a partir desta terça-feira (31). Os valores, calculados pela indústria, constam de resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) publicada no Diário Oficial da União (DOU).
Segundo a autorização, o ajuste tem como referência o mais recente Preço Fabricante (PF) publicado na lista de preços na página da CMED na internet. O ajuste é baseado em um modelo de teto de preços calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em um fator de produtividade, em uma parcela de fator de ajuste de preços relativos intrassetor e em uma parcela de fator de ajuste de preços relativos entre setores, em três níveis.
As regras valem para cerca de 20 mil itens do mercado farmacêutico, como antibióticos. Produtos com alta concorrência no mercado, fitoterápicos e homeopáticos não estão sujeitos aos valores estabelecidos pela CMED. Para esse grupo, o preço pode variar de acordo com a determinação do fabricante.
Ingressos para os Jogos Olímpicos de 2016 começam a ser vendidos nesta terça-feira
Os ingressos para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, começam a ser vendidos nesta terça-feira. O público pode realizar os pedidos no site oficial do Comitê Organizador até o dia 30 de abril. Os bilhetes disponíveis serão sorteados entre os torcedores em junho, respeitando a ordem de reserva. Cada pessoa pode solicitar entre quatro e seis entradas para até 20 eventos.
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A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que dobra a pena para o crime de estelionato quando cometido contra pessoas com mais de 60 anos. Atualmente, a punição prevista para os infratores varia de um a cinco anos de prisão. O texto aprovado pelos deputados altera a condenação para até 10 anos de reclusão. A proposta ainda seguirá para apreciação do Senado.
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O ministro da fazenda, Joaquim Levy, apresentou ao Senado uma proposta para o impasse sobre a dívida dos estados e municípios com o objetivo de evitar mais uma derrota do governo no Congresso. Segundo parlamentares que participaram do encontro, a proposta mantém os atuais indexadores das dívidas até o fim do ano, empurrando os custos que o governo federal teria com a nova regra para 2016.
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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, do PMDB, e o senador Antonio Anastasia, do PSDB, apresentaram pedidos para que o Supremo Tribunal Federal decida sobre o arquivamento dos inquéritos dos quais ambos são alvos por suspeita de envolvimento nos crimes investigados pela operação Lava-jato. Os dois já haviam protocolado recursos contra a decisão do ministro Teori Zavascki de autorizar a abertura de inquéritos a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. 
Caminhoneiros podem parar no dia 27 de abril
Os caminhoneiros já tem uma data para uma nova paralisação, caso o governo federal não atenda às reivindicações do movimento, em especial a tabela do frete. A parada está anunciada para o dia 27 de abril. Uma resposta do governo Dilma Rousseff é esperada para o dia 22. Os caminhoneiros querem uma tabela de frete mínimo, nem que seja impositivo pelo governo.
Na semana passada, uma proposta sobre a tabela de frete foi apresentada por uma comissão de caminhoneiros, para o ministro dos Transportes Antônio Carlos Rodrigues. O ministro, contudo, disse que é preciso verificar se a tabela é constitucional. “O governo não pode mais abandonar o setor como fez todos esses anos. A inflação está atingindo nosso serviço, os custos com peças e pneus subiram em média 20%. Se não aprovarmos o frete mínimo, que precisa ser impositivo, teremos um verdadeiro caos”, afirmou em nota divulgada pela Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam).
Requião gera polêmica ao sugerir "cota de casamento hétero"
Uma mensagem do senador Roberto Requião (PMDB­PR) divulgada em seu Twitter na tarde desta segunda­-feira (30) gerou polêmica no mundo virtual: “Para evitar a extinção da espécie pelo menos 50% dos homens e mulheres deveriam compor a COTA de casamento hétero”. Nas redes sociais, o comentário foi considerado homofóbico. Grupos de diversas tendências se manifestaram criticando a mensagem do senador.
O senador disse que estava em casa debatendo com os filhos a aplicação de políticas de cotas quando decidiu postar a mensagem em seu Twitter. Requião mostrou­-se indignado com a má repercussão: "Quem quer me patrulhar, vai para a p... que pariu! As pessoas perderam a capacidade de ironia, de inteligência. Fiz uma ironia pelo exagero das cotas. Daqui a pouco vão querer cotas para mulheres no Supremo Tribunal Federal, para pilotar avião e para dirigir caminhão. Querem cotas para tudo!", disse ele.
Requião afastou acusações de que haveria cunho homofóbico em sua mensagem e disse ser presidente de honra do grupo dignidade LGBT no Paraná. O senador afirmou ser favorável ao casamento gay e avaliou que a reação nas redes sociais se deve à “intolerância”.
Mais tarde, Requião postou nova mensagem em sua conta no Twitter afirmando estar surpreso com manifestações “contra o casamento hétero”. “Eu que sou liberal em relação as opções sexuais me surpreendo com a fúria tuiteira contra o Para evitar a extinção da espécie pelo menos 50% dos homens e mulheres deveriam compor a COTA de casamento hetero"
Proposta sobre maioridade penal pode ir à votação nesta terça
A votação da admissibilidade da proposta de emenda à Constituição (PEC), que propõe reduzir de 18 para 16 anos a maioridade penal, foi adiada para hoje (31) na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ). Depois de uma longa discussão e de várias tentativas de obstrução por 41 votos a sete, os deputados da CCJ aprovaram requerimento para o encerramento da discussão.
A PEC principal sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos está tramitando na Câmara há mais de 20 anos. A ela foram apensadas mais 38 propostas sobre o mesmo tema.

Caso seja aprovada pelos deputados, a PEC será encaminha à apreciação do Senado. Se for modificada pelos senadores, terá que retornar à Câmara para novas deliberações. Para uma PEC ser aprovada são necessários os votos de, no mínimo, 308 dos 513 deputados da Câmara, nos dois turnos de votação.

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