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| Foto: Sandoval Peron |
Ninguém ficou ferido no acidente com o helicóptero Falcão 02 da Polícia Militar que aconteceu no início da tarde desta terça-feira (21) no Aeroporto 14 BIS, em Londrina (norte do Paraná). O Batalhão de Operações Aéreas (BPMOA), da Polícia Militar do Paraná, informou que a aeronave caiu durante um treinamento.
“O Comandante da Aeronave estava aplicando um exame de Recheque Tipo (revalidação de habilitação para aquele tipo de aeronave) ao co-piloto quando houve o acidente, que será investigado”, explica o Comandante do BPMOA, tenente-coronel Adonis Nobor Furuushi. Não houve necessidade de atendimento médico à tripulação, composta apenas pelos dois pilotos. “Num exame como este é recomendável tripulação mínima, por isso apenas os dois estavam na aeronave”, conta o tenente-coronel.
Imediatamente após os acidentes, todas as medidas recomendadas foram adotadas pelo BPMOA. O local foi isolado pela gerência de segurança do Seripa V (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), pertencente ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes aeronáuticos), que vai iniciar uma investigação sobre o fato. Paralelamente, a PM também abre um Inquérito Técnico que vai apurar as circunstâncias do ocorrido.
“Até que o Seripa V libere os dois pilotos ficam afastados de atividades de voos e devem passar por exames médicos e psicológicos e outros testes”, relata Adonis. A aeronave, que tem 23 anos, possui seguro obrigatório e teve sérias avarias, as quais serão avaliadas posteriormente.
O Comandante da Aeronave que estava no helicóptero, que já foi instrutor na Força Nacional (na parte de aviação), é piloto desde 2007 e possui 2.500 horas/voo. Ele também é examinador credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e, como instrutor, estava orientando um capitão, co-piloto, que possui 500 horas/voo e concluiu a formação de piloto pelo Exercito Brasileiro em 2012. O BPMOA ressalta, portanto, que os dois possuem proficiência em voo.
Com informações do Site do Governo do Estado do Paraná
“O Comandante da Aeronave estava aplicando um exame de Recheque Tipo (revalidação de habilitação para aquele tipo de aeronave) ao co-piloto quando houve o acidente, que será investigado”, explica o Comandante do BPMOA, tenente-coronel Adonis Nobor Furuushi. Não houve necessidade de atendimento médico à tripulação, composta apenas pelos dois pilotos. “Num exame como este é recomendável tripulação mínima, por isso apenas os dois estavam na aeronave”, conta o tenente-coronel.
Imediatamente após os acidentes, todas as medidas recomendadas foram adotadas pelo BPMOA. O local foi isolado pela gerência de segurança do Seripa V (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), pertencente ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes aeronáuticos), que vai iniciar uma investigação sobre o fato. Paralelamente, a PM também abre um Inquérito Técnico que vai apurar as circunstâncias do ocorrido.
“Até que o Seripa V libere os dois pilotos ficam afastados de atividades de voos e devem passar por exames médicos e psicológicos e outros testes”, relata Adonis. A aeronave, que tem 23 anos, possui seguro obrigatório e teve sérias avarias, as quais serão avaliadas posteriormente.
O Comandante da Aeronave que estava no helicóptero, que já foi instrutor na Força Nacional (na parte de aviação), é piloto desde 2007 e possui 2.500 horas/voo. Ele também é examinador credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e, como instrutor, estava orientando um capitão, co-piloto, que possui 500 horas/voo e concluiu a formação de piloto pelo Exercito Brasileiro em 2012. O BPMOA ressalta, portanto, que os dois possuem proficiência em voo.
Com informações do Site do Governo do Estado do Paraná







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