Morreu, por volta de 5h da manhã desta quinta-feira, o humorista Jorge Loredo, o Zé Bonitinho. O comediante, de 89 anos, estava internado no Hospital São Lucas, na Zona Sul do Rio desde o último 3 de fevereiro, onde permaneceu em estado grave.
De acordo com o boletim médico, Loredo lutava há anos contra uma doença pulmonar obstrutiva crônica grave e um enfisema pulmonar, que o levaram à falência múltipla de órgãos. O corpo será velado nesta sexta no Memorial do Carmo, no Caju, a partir das 9h.
De acordo com o boletim médico, Loredo lutava há anos contra uma doença pulmonar obstrutiva crônica grave e um enfisema pulmonar, que o levaram à falência múltipla de órgãos. O corpo será velado nesta sexta no Memorial do Carmo, no Caju, a partir das 9h.
Carreira
Loredo começou nos anos 70 na Praça da Alegria. Apesar das dezenas de personagens, o ator ficou conhecido pelo Zé Bonitinho, que se popularizou no programa A Praça é Nossa. O comediante criou dezenas de bordões que ficaram populares no Brasil, como: “Garotas do meu Brasil varonil: vou dar a vocês um tostão da minha voz...!”; “Mulheres, atentem para o tilintar das minhas sobrancelhas”; “O chato não é ser bonito, o chato é ser gostoso”.
Desde 2000, quando o humorístico foi tirado do ar, as participações de Loredo na televisão se tornaram irregulares. O ator passou a atuar no cinema nacional, em 2006, ele participou docurta-metragem “Quando o tempo cair”. Em 2003, atuou na peça infantil “Eu e meu guarda-chuva”. Em 2005, a diretora Susanna Lira lançou o documentário “Câmera, close!”, uma biografia do ator.
Seu último trabalho em no cinema foi em 2008, no filme "Chega de saudade", de Lais Bodansky.







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